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Alguns casos de câncer do cerebro
Caso 1: Patologia Oligodendroglioma-Gliobastoma
Nome: Sirvart Doganian de Topalian
Idade: 74 anos
País: Brasil
Motivo da Consulta:
Tumor cerebral
Antecedentes Pessoais:
Sem antecedentes pessoais a destacar.
Antecedentes Familiares:
Sem antecedentes familiares a destacar.
Antecedentes da Doença Atual:
Em 02/09/1999: realizam-lhe TAC de crânio
que como conclusão mostra uma lesão expansiva frontal
esquerda. Processo expansivo fronto parietal, de natureza a esclarecer.
Em 15/06/1999: efetuam-lhe uma ressonância nuclear magnética
que mostra lesão expansiva frontal esquerda que apresenta
aspecto heterogêneo e contornos irregulares, notando-se áreas
de hiper sinal em T1 e hipo sinal em T2. Sugerindo componente hemático,
sinais de edema perilesional, ha efeito expansivo caracterizado
por desaparecimento dos sulcos adjacentes e compressão de
ventrículo lateral esquerdo, com discreto desvio das estruturas
da linha media. Essa lesão mede aproximadamente 4cm de diâmetro.
A conclusão é que o aspecto da ressonância nuclear
magnética é de processo blastomatoso frontal esquerdo
de provável origem glial.
26/09/1999: Se realiza outra TAC de crânio que não
apresenta alterações significativas com respeito as
anteriores.
Em 28/09/1999: por biopsia pré - operatória diagnostica-se,
neoplasia maligna cerebral primaria mista, oligodendroglioma-gliobastoma.
Em 23/12/1999: Se realiza uma nova tomografia computadorizada de
crânio que mostra: Sinais de craneotomía frontal esquerda,
observa-se zona hipo atenuante em região frontal esquerda,
adjacente, aos bordes da craneotomía, que depois da administração
endovenosa de contraste iodado, produz realce anular. ¿Recidiva?
Acentuação de sulcos fissuras corticais e sulcos cerebelares.
Estruturas centro medianas sem desvios em relação
a linha media. Leve dilatação do sistema ventricular
supra-tentorial. Controle pós-cirúrgico.
Em 17/01/2000: realizasse-lhe uma ressonância magnética
de crânio, conclusão: lesão frontal esquerda
sugerindo lesão de origem glial, em relação
ao exame anterior de 15/09/1999 nota-se redução das
dimensões da lesão descrita. Observação:
Sinais de sinusopatía maxilar direita e esfenoidal bilateral.
Em 26/05/2000: Ressonância magnética de encéfalo,
conclusão: Controle pós-operatório de neoplasia
frontal esquerda, alterações pós-cirúrgicas
com restos sangüíneos ocupando a cavidade da remoção
cirúrgica. Extensa alteração do sinal da sustância
branca dos hemisférios cerebrais de natureza não específica,
podendo representar gliosis, desmielinización associadas
a microangiopatías, não sendo possível excluir
leucoencefalopatía pós-actínica se a paciente
foi submetida a radioterapia. Focos de gliosis e/ou lagunas isquémicas,
e/ou espaços perivasculares alargados em núcleos lentiformes,
caudados, cápsulas internas e regiões sub-insulares.
Redução volumétrica encefálica cortico-subcortical.
Evolução da Enfermidade:
Começa a tomar gotas GREEN SAP em doses de 40 gotas, 6 vezes por
dia em agosto de 2000.
Em 31/08/2000: Realiza-se uma ressonância magnética
de encéfalo que mostra, conclusão: controle pós-operatório,
restos sangüíneos ocupando área de remoção
cirúrgica com menores dimensões em relação
ao último exame sem evidências de recidiva local.
As demais pesquisas não se alterarão significativamente
desde o último estudo.
Em 30/01/2001: Realiza-se uma ressonância magnética
de encéfalo que mostra: conclusões: Exame de controle
pós-operatório de neoplasia frontal esquerda, em relação
ao exame anterior (de 31/08/2000) nota-se redução
das dimensões do conteúdo hemático e do contraste
associado da lesão frontal meio esquerda e em correspondência
a leito operatório. Discreto aumento da extensão da
alteração do sinal difusa em sustância branca
dos hemisférios cerebrais, de significado não específico.
Se houve radioterapia leucoencefalopatia post-actínica deve
ser a primeira consideração diagnóstica.
Em 27/04/2001: Ressonância magnética de encéfalo,
em relação ao exame anterior de 30/01/2001, ha evidências
de absorção parcial dos resíduos hemáticos,
que se encontra no leito operatório, assim como o contraste
residual associado; com demais pesquisas praticamente inalterados.
Não surgirão evidências de recidivas neoplasicas
locais.
Em 04/09/2001: Ressonância magnética de crânio,
conclusões: Análises: sinais de craneotomía
frontal esquerda, discreta dilatação dos ventrículos
supra-tentoriais, sem caracteres hipertensivos, discreta dilatação
do IV ventrículo, discreta acentuação de sulcos
e fissuras corticais e das cisternas basais. Exceto sulcos na região
frontal á esquerda, que estão parcialmente apagados.
Hiper sinal difusa em T2, a Flair na sustância branca bilateralmente
compatível com leucoencefalopatía.
Presença de artefactos de susceptibilidade magnética
na região da craneotomía que deverá dar em
parte da imagem das estruturas adjacentes.
Em 14/08/2002: Ressonância magnética de crânio,
mostrou: Craneotomía frontal esquerda, com presença
de tênues áreas irregulares de realce pós-contraste,
junto ao leito cirúrgico, menos evidentes no atual estudo.
Artefactos de susceptibilidade magnética adjacentes a craneotomía.
Espaço perivasculares alargados. Persistem extensas áreas
de alteração de sinal, caracterizados por alta sinal
e T2 e Flair que não apresenta realce pós-contraste,
comprometendo a sustância branca de ambos hemisférios
cerebrais. Sugestivas de alterações pós-actínicas.
No resto do parénquima encefálico com intensidade
de sinais habituais. Transição crânio vertebral
sem anormalidades. Sulcos corticais alargados. Cisuras silvianas
e cisternas basais amplas. Dilatação do sistema ventricular
supra-tentorial IV ventrículo com forma e dimensões
normais.
Comparativamente ao exame anterior observou-se redução
da extensão e da intensidade de sinais das áreas de
realce pós- contraste junto a craneotomía frontal
esquerda.
Realizou-se ressonância magnética de crânio em
02/01/2003, que mostra: status pós-cirúrgico frontal
esquerdo. O análises comparativo do presente exame com os
realizados anteriormente não se observam alterações
significativas. Foco irregular de contraste na sustância branca
frontal esquerda que pode corresponder a foco de gliosis mas não
descarta-se sinais de recidiva. Aumento dos espaços líquidos
encefálicos. Sinais de microleucoangiopatía, periventricular
e em centro semi-ovais.
Devemos destacar que a paciente recebeu em todo este período
gotas GREEN SAP como medicamento, encontrando-se tal como surgem os resultados
da imagenología, estável ha dois anos e meio com a
ingestão do medicamento. Se bem realizasse-lhe a exéresis
do tumor pensamos que esta terapêutica só não
justifica a evolução excelente que teve a posteriori,
pelo que a consideramos atualmente asintomática em cura clínica,
recebendo doses de manutenção do medicamento.
Conclusões:
Se trata de uma paciente atualmente com 74 anos, portadora de uma
neoplasia maligna cerebral de ominoso prognóstico. Esta neoplasia
foi ressecada, resultando ser oligodendroglioma-gliobastoma a paciente
no ano 2000 começa a tomar o medicamento, mantendo a imagenología
sem alterações e com tendência a redução.
GREEN SAP atuou evidentemente atravessando a barreira hematoencefálica
tal como o dizemos na ação antitumoral de GREEN SAP no sistema
nervoso central.
Isto se faz evidente pelo excelente resultado obtido ao igual que
nos outros dos casos já referidos. É por isto que
observa-se uma ação direta de GREEN SAP sobre o tumor, antes
não tínhamos a experiência que hoje temos e
se dizia que GREEN SAP não pudesse atravessar a barreira hematoencefálica
como acontece a muitos medicamentos.
Hoje, com a experiência adquirida e os resultados obtidos
pelos pacientes, pensamos firmemente que GREEN SAP tem um lugar bem ganho
no tratamento de tumores do Sistema Nervoso Central, obtendo remissões,
estabilizações e curas clínicas. Temos que
destacar que não se produziu síndrome de hipertensão
endocraneal, e isto estaria vinculado ao efeito de massa tirada
pela cirurgia, mas também ao efeito anti-inflamatório
e estabilizador de GREEN SAP.
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